terça-feira, 15 de agosto de 2017

Uma tarde perfeita em Valparaíso, no Chile

As casinhas multicoloridas de Valparaíso

A 120 quilômetros de Santiago, Valparaíso é destino ideal para um bate e volta – e um dos lugares mais peculiares do Chile. Esta cidade portuária de 250 mil habitantes se espalha de forma caótica (e encantadora) por uma série de morros, formando um anfiteatro diante do Pacífico. Cheia de vida e com uma personalidade única, vem ganhando fama pela cena cultural, a boa mesa e a vida noturna agitada. Visitá-la requer pernas fortes para enfrentar escadarias e ladeiras impossíveis, mas rende ótimas descobertas e fotos de suas casinhas típicas pintadas em cores gritantes (muitas vezes repletas de grafites), tombadas como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A seguir, as dicas para uma tarde perfeita em “Valpo”:

12h – Almoço em alto estilo
A cidade é um anfiteatro com vista para o Pacífico

Comece almoçando no Pasta y Vino, da chef Verónica Algageme, uma das responsáveis pela boa reputação da cena gastronômica da cidade. O menu, de essência italiana, utiliza ingredientes locais em receitas como a bruschetta de loco (fruto do mar) com batata crocante e o carpaccio de ostiones (marisco local) com maracujá e escamas de coco.

13h30 – Passeio pelo Cerro Alegre
O restaurante é um dos “lugarzinhos” que fazem a fama do Cerro Alegre, o bairro mais charmoso de Valpo, onde as casinhas coloridas antigas (em grande parte muito bem conservadas) abrigam uma série de lojas, galerias, hotéis-boutique, bares e cafés.

15h – Sobe e desce
Um dos elevadores que conectam a parte alta à cidade baixa

Valparaíso se divide em cidade baixa (El Plan) e os morros (cerros). Para facilitar a circulação, a cidade tem uma série de elevadores (os ascensores) – o mais antigo e poético é o Ascensor Concepción. Do alto, a vista panorâmica da cidade é linda. Outro elevador clássico é o Artilleria, que leva do El Plan até o Paseo 21 de Mayo, outro belo mirante com uma simpática feirinha de artesanato e vista para o porto.

17h – Museu La Sebastiana
O refúgio do poeta chileno Pablo Neruda em Valparaíso foi transformado em museu. Neruda se refugiava na cidade em busca de inspiração quando se cansava de Santiago – em 1959, comprou a mansão em parceria com a escultora Marie Martner, que ficou com a parte de baixo. Depois de uma grande reforma, La Sebastiana foi inaugurada com uma festa de arromba em setembro de 1961. Ao longo de vários anos, Neruda passou o Réveillon observando os fogos de artifício de sua torre. Saqueada após o golpe militar chileno, em 1973, a casa foi restaurada em 1991, quando abriu para visitas.

Fonte: Midia MMT Gapnet

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Dubai: Noite e Beach Clubs


Dubai é um convite a uma saída noturna. O clima quente durante todo o dia faz com que a noite seja um dos momentos prediletos entre os moradores. Restaurantes ficam lotados, assim como os shoppings e outras atrações ao ar livre. E a boa notícia é que muitos dos espaços destinados ao entretenimento permanecem abertos até o início da madrugada. É comum ver a cidade vibrante mesmo depois de meia-noite.

Para quem não abre mão de uma balada, Dubai também não irá decepcionar. As festas e clubs costumam se concentrar dentro dos hotéis ou à beira da praia, onde a venda de bebidas alcoólicas é permitida. Não é comum encontrar baladas fora desses ambientes, mas a boa notícia é que a cidade está investindo em uma ilha totalmente voltada para o entretenimento noturno. Sim! A Dream Island promete ser a nova Ibiza do mundo, com duas enormes casas noturnas, beach clubs, mais de 100 restaurantes e tudo especialmente criado para o entretenimento adulto. Enquanto ela não fica pronta, o ideal é ir aos hotéis mais badalados para curtir a noite de Dubai.

Os baladeiros que preferem investir em festas diurnas ou mais leves ficarão felizes com os beach clubs de Dubai. Alguns hotéis localizados à beira-mar ou com grandes piscinas oferecem deliciosos e festivos ambientes para quem deseja curtir de maneira mais descontraída.  Entre as boas pedidas estão: Nasimi Beach (Atlantis The Palm - Palm Jumeirah), Nikki Beach (Pearl Jumeirah), Purobeach (Conrad Dubai Hotel - Sheikh Zayed Road), Eden Beach Club, (Rixos The Palm - Palm Jumeirah), Blue Marlin (Golden Tulip Al Jazira - Sheikh Zayed Road) e Zero Gavity (Dubai Marina). 

Já os que não abrem mão de uma balada noturna encontrarão boas opções em locais como o 360, Zero Gavity (Dubai Marina), Stereo Arcade, Trilogy (Souk Madinat) White Dubai, VIP Room, Blue Marlin e Cavalli Club. As festas costumam começar às 22h e vão até 3h. Dizem por lá que acontecem festas secretas no deserto, com participação de grandes DJs. Se você for do tipo que caça sempre a melhor balada, não custa sondar se uma dessas grandes comemorações em meio às dunas não estará acontecendo no mesmo período em que estiver pela cidade. Não seria nada mal uma balada VIP nas arábias. Um alerta, entretanto, é importante: uma balada em Dubai pode sair bem caro. Por isso, esteja preparado. Nesse ponto, as mulheres levam vantagem! Algumas baladas oferecem ladies night, nas quais a entrada feminina é gratuita e até mesmo algumas bebidas podem ser descoladas sem pagar nada. 

Os que querem investir em noites mais culturais não podem deixar de ir a um espetáculo na Dubai Ópera, uma das mais novas atrações da cidade e onde acontecem grandes musicais e apresentações de altíssimo padrão. Os ingressos são disputados, por isso é importante comprar com antecedência.

Fonte: Melhores Destinos por Monique Renne


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Ilhas Cayman: o paraíso das atividades aquáticas

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As três ilhas que levam o nome de Ilhas Cayman ficam entre Cuba e Jamaica e são cercadas pelo mar caribenho. Ou seja, para quem visita o destino não faltam atividades aquáticas para curtir. São tantas que resolvemos fazer uma lista para você já escolher a sua. Veja:

Jet Ski: Ao alugar uma moto aquática, mais conhecida como Jet Ski, você poderá pilotar sobre as ondas e cruzar as águas com velocidade.  Vale lembrar que, para a prática, é preciso ser habilitado.


Caiaque: Atividade ideal para quem tem vontade de estar em contato com a água, mas não busca, necessariamente, por adrenalina. Os caiaques comportam de uma a três pessoas e, deles, é possível observar a vida marinha e explorar nichos mais escondidos da ilha.


Kitesurfe: Nunca praticou kitesurfe? Sem problemas! São oferecidas aulas para os interessados no esporte. Em média, são dois dias e meio de treino e, em seguida, você poderá testar suas habilidades. Mesmo para quem está fora da água é divertido observar os praticantes de kite fazendo manobras no ar e os barcos que os guiam apostando corrida.

Paddleboarding (Stand up paddle): Essa é para testar o equilíbrio. E quando os braços cansarem, pare, respire e aprecie e paisagem. No paddleboarding, ou stand up paddle, assim como no passeio de caiaque, rola explorar os cantos mais afastados da ilha.

Parasailing: Diversão e uma vista belíssima do alto garantidas. A atividade consiste em ser “rebocado” por um barco em uma espécie de paraquedas atado ao veículo que, quando em movimento, faz com que você suba. Dependendo da potência do barco, até três pessoas podem praticar o esporte ao mesmo tempo.

Banana boat: Passeio com emoção e que exige equilíbrio, força e reflexo ao tentar permanecer em cima de um barco inflável. Ao final, refresque-se dando um belo mergulho (leia-se “cair do banana boat”).

Passeio de barco: A cultura marítima é muito presente nas ilhas. Os restaurantes são abastecidos diariamente com peixes frescos trazidos pelos pescadores. Ao fazer passeios de barco, você terá a oportunidade de conhecer o lado norte de Starfish Point, parar para nadar perto de bancos de areia, curtir um passeio em família ou passar seu tempo pescando.


Passeio de vela: Navegue durante o dia, contemple o pôr do sol e desfrute de um jantar romântico em meio ao mar. Ou, caso prefira praticar vela, tome umas aulinhas no Cayman Islands Sailing Club. Existem muitos construtores de vela espalhados pelo arquipélago. Por isso, aulas de vela fazem parte do currículo das escolas.


Passeio de iate: Outra maneira de explorar as águas é alugar um iate e fazer uma excursão para mergulho, saborear uma refeição a bordo com o sol se pondo ao fundo ou simplesmente relaxar e admirar a vista.

Pescaria: Marlim azul, atum e barracuda são alguns dos peixes que talvez fisguem seu anzol. Se gosta de competir, fique atento à programação dos clubes Cayman Islands Angling e Rotary que frequentemente patrocinam torneios locais.

Fonte: Segue Viagem

quarta-feira, 19 de julho de 2017

San Blas, o bairro de Cusco que é sinônimo de cultura

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Protagonista das cenas culturais que são características da cidade de Cusco, San Blas é um bairro que respira arte. Ao redor de suas ladeiras e ruas estreitas com pavimentação de pedras, casarões construídos no período colonial sobre antigos alicerces incas dão um tom histórico e artístico ao lugar.

Entre muitos ateliês e lojas de artesanato especializadas em objetos decorativos que representam o que há de melhor na cultura cusquenha, como tecidos feitos com lã de alpaca, pinturas de arte sacra e peças entalhadas em madeira, não faltam por ali ótimas opções de compras para todos os gostos e bolsos. Por isso, as dicas para fazer uma boa aquisição e ainda conseguir economizar são as de praxe: bater perna e negociar com os comerciantes locais.

Na hora da fome, é só escolher um dos muitos restaurantes e cafés situados no entorno para se deliciar com os quitutes tradicionais. Inclusive, se o intuito for mergulhar a fundo na cultura da região, vale dar uma conferida nas Chicherías, bares bem populares que oferecem comidas e bebidas típicas de seus ancestrais.

Parada obrigatória: Pedra dos Doze Ângulos
Entre os principais pontos turísticos do bairro de San Blas, a famosa Pedra dos Doze Ângulos é um dos monumentos mais icônicos remanescentes da impressionante engenharia inca.
O grande atrativo do local está nos detalhes e nas preciosidades das construções, erguidas em pedras que foram encaixadas uma a uma, sem o uso de argamassas, e que se mantêm intactas até hoje. Assim como o próprio nome já diz, o monumento que possui 12 ângulos diferentes perfeitos fazia parte da antiga base do palácio de Inca Roca, o qual hoje abriga o Palácio do Arcebispado de Cusco, originário da colonização espanhola.

Igreja de San Blas e seu famoso púlpito

Outro ponto turístico que não pode ficar de fora do roteiro de quem vai para Cusco é a Igreja de San Blas. Em formato de cruz latina e com uma fachada modesta, é muito visitada por turistas, principalmente por conta de seu famoso púlpito barroco, talhado em uma única peça de cedro e transformado posteriormente em uma verdadeira obra de arte em formato de escultura.

Fonte: Segue Viagem

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Os 10 lugares mais fotografados do mundo

Não tem jeito: quem ama viajar sabe que uma câmera fotográfica (ou até um celular que tira boas fotos) é item indispensável na bagagem. Ir a Paris e não fotografar a Torre Eiffel, por exemplo, pode ser considerado um verdadeiro pecado nos mandamentos do bom viajante.
Por isso, separamos os 10 lugares mais fotografados pelo mundo para você se inspirar, clicar e fazer sucesso nas redes sociais.

10º – Golden Gate, São Francisco
Essa é um clássico. Se a própria São Francisco já é um figura carimbada nos álbuns de viagem, a Golden Gate é a capa dele. Em meio às névoas que vira e mexe aparecem no skyline da cidade, a ponte vermelha é o ponto alto da paisagem, trazendo ainda mais charme para a terra de Harvey Milk.
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 9º – Ilhas Phi Phi, Tailândia
Quando se chega às Ilhas Phi Phi, na Tailândia, a gente não sabe bem se está sonhando, se morreu e foi para o paraíso ou se tudo aquilo é de verdade mesmo. O mar azul-turquesa, as praias com cara de desertas e as imensas encostas de pedra são o cenário perfeito para ilustrar seu álbum de fotos e, claro, seu feed das redes sociais.
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8º – Píer de Santa Monica, Califórnia
O píer é um dos lugares mais charmosos de Los Angeles. Em meio à incrível praia de Santa Monica, reduto de artistas, surfistas e amantes do mar, está um parque de diversão com sua emblemática roda-gigante e suas luzinhas coloridas. Ir para lá e não fotografar, é pecado. Espalhem.
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 7º – Taj Mahal, Índia
Fruto de uma das mais lindas histórias de amor, como diria o cantor brasileiro Jorge Ben Jor, o Taj Mahal é um dos símbolos maiores da Ásia. A grandiosidade impressiona os visitantes que o vêm de longe. Quando chegam perto, ficam estarrecidos com seus ricos detalhes, as cúpulas gigantes e a preciosidade dessa construção que foi tombada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
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6º – Parque Ibirapuera, São Paulo
Se você é paulistano ou já visitou a capital sabe: todo mundo ama o “Ibira”. O maior parque urbano de São Paulo pode ser considerado um museu a céu aberto, exibindo impressionantes prédios, auditórios e museus assinados por Oscar Niemeyer. Diariamente, milhares de visitantes praticam exercícios, assistem a shows e espetáculos, apreciam a arquitetura dos edifícios ao redor e, claro, registram tudo.
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5º – Museu do Louvre, Paris
Não tem como discutir, Paris é uma cidade fotogênica. E um dos lugares que você não pode deixar de visitar e, muito menos, de fotografar, é o Museu do Louvre. Casa das mais importantes obras de arte do mundo, ache um espacinho entre os milhares de turistas e não saia de lá sem uma foto da Monalisa, por favor. Garanta, também, uns cliques da surpreendente fachada e das pirâmides que estão em frente ao museu.
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4º – Times Square, Nova York
Suas luzes e seu jeito frenético não deixam dúvidas de que a Times Square, em Nova York, é inconfundível. Lugar obrigatório para quem visita a cidade, por lá se vê de tudo, desde lojas de todo o tipo de lembrancinha que imaginar até restaurantes, casas de shows e turistas de todo o mundo com suas câmeras a postos.
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3º – Torre Eiffel, Paris
Nenhuma lista estaria completa sem a cinematográfica Torre Eiffel. Um dos cartões-postais da humanidade, é dever de todos que visitam a capital francesa verem com os próprios olhos a magnitude desse monumento. Com seus mais de 300 metros, às vezes é até difícil disputar lugar para a sua melhor foto. Mas acredite, seja qual for o ângulo, ela é um dos pontos mais fotogênicos do mundo. No topo ou aos pés da torre, essa foto você não pode perder.
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2º – Central Park, Nova York
Um dos maiores parques urbanos do mundo não poderia faltar nesse top 10. Ocupando boa parte da ilha de Manhattan, o Central Park é um verdadeiro refúgio para os nova-iorquinos relaxarem, se divertirem, passarem uma tarde agradável, praticarem esportes, assistirem a shows e uma oportunidade para os turistas viverem uma experiência que é típica de Nova York.
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1º – Parques da Disney

Não tem como competir. Ano após ano, os parques da Disney ao redor do mundo são os campeões entre os lugares mais fotografados do globo. O castelo da Disney, a estátua do criador Walt Disney e os personagens estão no ranking dos mais clicados pelos quatro cantos do mundo.
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Fonte: Segue Viagem