segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dicas para visitar Machu Picchu

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Maior sítio arqueológico da América Latina, Machu Picchu exerce fascínio em turistas de todo o mundo. Também chamada de “a cidade perdida dos Incas”, é pré-colombiana e bem conservada, localizada no topo de uma montanha de 2.400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, no Peru.

Construída no século 15, é símbolo do Império Inca, tendo sido descoberta em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é original, o restante foi reconstruído, sendo facilmente reconhecidos pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.

Consta de duas grandes áreas: a agrícola, formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais. É impressionante observar a capacidade daquela sociedade há tantos séculos. Entre as montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a história inca, tudo foi planejado para a passagem do deus Sol.

O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio Mundial pela Unesco e é um dos pontos históricos mais visitados do Peru. Há diversas teorias sobre a função da cidade na época, e a mais aceita afirma que era um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, em caso de ataque.
Como chegar

Para visitar o local e viver todo o misticismo da região, primeiro, é preciso ir para Cusco. Tem voos regulares para a cidade a partir de Lima, com duração de uma hora, e de Arequipa, em um trajeto de cerca de 1 hora. De Cusco, é preciso ir até Poroy, Ollantaytambo ou Urubamba de táxi, transfer ou ônibus. De uma dessas cidades, siga de trem até Águas Calientes.

Como Machu Picchu conta com uma altitude de quase 2.500 metros do nível do mar, a respiração pode ser um pouco dificultada por conta do ar rarefeito. Então, é aconselhável passar uma noite ou duas no Vale Sagrado para se ambientar.

O que fazer?
Dá para conhecer Machu Picchu de diversas formas. Uma delas é ver as ruínas e ficar andando por lá até observar tudo. Não é preciso preparo físico, mas cansa um pouquinho. Se for mais aventureiro, pode escolher subir duas montanhas, a Machu Picchu (sim, tem o nome do lugar) e a Huayna Picchu. Para ambas, é preciso ter um pouco de preparo físico e muito cuidado, são subidas estreitas.

Nos consulte para ir a Machu Picchu, podemos lhe ajudar com as reservas de voos, transfers, tíquetes, ingressos e hotéis. Ou seja, um pacote completo para que sua viagem seja mágica e inesquecível.

Fonte: Segue Viagem

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O que preciso saber para fazer um safári na África?


Estar cara a cara com a natureza na África é uma experiência impactante, especialmente para quem vive no ambiente urbano. Ver de pertinho, na savana, animais como elefantes, leões… Isso é tão distante do dia a dia que muita gente não imagina como planejar esse tipo de viagem – e nem o que esperar dela. A seguir, dicas preciosas para você ajustar as expectativas e planejar o seu primeiro safári:

É garantido ver os “Big Five!”?
Ao visitar os parques nacionais da África, entramos em contato com a vida selvagem – algo bem diferente de ir ao zoológico. Ainda que as chances de ver os cinco animais mais perigosos da savana (os chamados “big five”: búfalo, leão, elefante, leopardo e rinoceronte) sejam enormes, lidar com a natureza é jogar com a sorte. Ao circular pelo Kruger National Park, na África do Sul, ou pelo Serengeti National Park, na Tanzânia, é provável que você viva grandes momentos de emoção a poucos metros de grandes felinos; mas certamente haverá outros de calmaria, em que os animais parecem ter desaparecido. Para curtir uma viagem de safári, é preciso entender que o bacana dessa experiência não se resume a fotografar os “big five” para postar nas redes sociais, mas sim enxergar a beleza da natureza como um todo.


Quantos dias devo dedicar ao safári?
Você precisa adaptar-se ao ritmo da natureza (porque o contrário não vai acontecer). É possível que em apenas um dia você veja centenas de animais e se dê por satisfeito. Mas, em geral, ter uma boa ideia do que a savana pode oferecer requer um pouco mais de tempo. Três dias em uma mesma reserva com dois game drives (os passeios de 4X4 para avistar a bicharada) ao dia costuma ser uma boa dosagem. Tenha em conta que a rotina em um lodge de safári começa antes do amanhecer e envolve muitas horas de passeio, o que pode ser cansativo para certas pessoas. Portanto, ao incluir mais de um parque ou reserva na mesma viagem, vale a pena fazer uns dias de intervalo entre um e outro. Se você estiver visitando as reservas da região do Kruger National Park, por exemplo, pode tirar uns dias de “folga” nos arredores do belíssimo Blyde River Canyon.

Quais as vacinas necessárias?

Todos os países do sul e sudeste da África exigem certificado internacional de vacinação contra a febre amarela para brasileiros. Também é recomendável estar vacinado contra as hepatites A e B, febre tifoide, difteria e sarampo. A malária está presente em praticamente todos os países que oferecem safáris na África. Mas, em algumas regiões (como grande parte do território da África do Sul e da Namíbia, por exemplo), o risco de contrair a doença é mínimo ou inexistente. Informe-se sobre a situação no destino ao qual pretende viajar e consulte um médico para decidir qual medicamento utilizar para a prevenção.



Qual a diferença entre reservas privadas e parques nacionais?
Os grandes parques nacionais africanos estão cercados de reservas privadas e, às vezes, têm áreas particulares dentro de seu próprio território. Em geral, não há cercas separando os animais. Já o acesso a essas parcelas privadas é reservado aos hóspedes de seus lodges. Ou seja, quem fica ali pode avistar os mesmos animais, mas certamente topará com menos turistas do que nas áreas públicas. Outro diferencial é que, nos parques nacionais, os carros quase sempre precisam se ater às trilhas demarcadas (no Kruger, grande parte delas é asfaltada, apropriada até para carros comuns) enquanto nas áreas particulares o 4X4 pode penetrar na savana e chegar mais perto dos bichos.

Não é perigoso chegar tão perto de animais selvagens?
Nos bons lodges africanos os hóspedes são acompanhados por rangers (guias) nativos e/ou com muitos anos de experiência que reduzem os riscos ao mínimo. Mas a segurança também depende do próprio viajante, que deve seguir todas as orientações do guia: manter silêncio (ou falar baixo), não usar o flash da câmera fotográfica, não atiçar os animais…

Vale a pena levar as crianças?

Em geral, maiores de 10 anos podem participar das expedições (os chamados game drives). No entanto, esse tipo de passeio costuma durar várias horas e requer bastante paciência, além de um comportamento apropriado para a ocasião. Sendo assim, o programa costuma ser mais divertido para crianças a partir de 12 anos ou um pouco mais. Alguns lodges não aceitam menores de idade; outros têm até baby sitter para os pequenos e atividades especiais para entretê-los enquanto os pais exploram a savana.

Fonte: Midia MMT Gapnet

terça-feira, 16 de maio de 2017

As novidades do SeaWorld de Orlando

Novos shows com golfinhos estão entre as atrações do SeaWorld
Com um mix infalível de adrenalina e animais encantadores, o SeaWorld é uma das paradas obrigatórias de quem visita os parques temáticos de Orlando, na Flórida. Se no passado o grande chamariz do empreendimento eram os shows com as baleias orcas, ele agora se reinventa e traz uma variadíssima gama de atrações.

Nos últimos anos, por exemplo, o SeaWorld ganhou algumas das mais cobiçadas montanhas-russas da cidade, como a Manta, que simula o nado de uma arraia em alta-velocidade, e o Mako, considerado um dos mais altos e rápidos brinquedos do gênero no país. Tudo isso, claro, sem deixar de lado a oportunidade de proporcionar aos visitantes a chance de ver de perto bichinhos fofos, como pinguins, golfinhos e peixes-boi.

Ao longo de 2017, o grupo trará uma série de novas atrações que reúnem tecnologia de ponta e ainda mais interação com os animais marinhos. Confira:

Kraken Montanha-Russa Virtual
A montanha-russa Kraken vai entrar no mundo da realidade virtual
A montanha-russa Kraken vai entrar no mundo da realidade virtual
Há 17 anos no parque, a montanha-russa Kraken é um dos seus brinquedos mais antigos. Com reabertura prevista para o verão americano (a partir de junho), a atração ganhará um upgrade: os passageiros poderão optar por usar óculos de realidade virtual durante o trajeto. Com a ajuda desse equipamento, eles serão “imersos” em um oceano pré-histórico ao lado de criaturas marinhas, e terão a capacidade de ver e ouvir tudo o que acontece redor.
Dolphin Days
Em substituição ao show Blue Horizons, que estava há 11 anos em cartaz, o SeaWorld inaugurou em abril uma nova apresentação que traz os adoráveis golfinhos como estrelas principais. Agora, em vez de apenas admirar as acrobacias dos cetáceos, o público também vai aprender mais sobre a personalidade desses animais. A cada show, uma criança da plateia será escolhida para interagir com golfinhos e araras (que também participam da performance).
Dolphin Nursery
Já há algum tempo em funcionamento, a atração abriga uma maternidade de golfinhos, onde é possível ver a interação entre mães e filhotes. Após um período fechado para reformas, o espaço trará mais atrações interativas, que vão possibilitar ao público ver ainda mais de perto os mamíferos. Isso inclui novas janelas de acrílico – algumas bem baixas, para facilitar a visualização das crianças. A reabertura também está prevista para o verão americano.

Eletric Ocean
Entre 17 de junho e 6 de agosto, o SeaWorld encerrará as atividades de cada dia com um animado show noturno. Assim que escurecer, o oceano vai “ganhar vida”: luzes coloridas vão invadir o parque, dançarinos farão performances e DJs vão agitar o público. Ao fim da apresentação, o céu será iluminado por fogos de artifício.

Infinity Falls
Quem já está planejando a viagem do ano que vem terá mais um motivo para incluir o SeaWorld no roteiro: neste brinquedo, previsto para 2018, os passageiros entrarão em um bote que atravessará uma floresta tropical repleta de cachoeiras e fontes d’água. Quase no fim do percurso, uma queda vertiginosa surpreenderá a todos.


Fonte: MMTGapnet

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Bons motivos para alugar casa em Orlando

Orlando é sinônimo de compras, parques de diversão e férias para lá de mágicas. Que tal completar sua viagem e ter uma estadia confortável e tranquila em uma casa por lá? Vantagens não faltam na hora de escolher essa opção como hospedagem.



Viva como um nativo por alguns dias: Ao alugar uma casa, você poderá experimentar um pouco do famoso “American Way of Life”.

Cozinha: Além de ser ótimo para quem tem restrições alimentares, ter uma cozinha completa à sua disposição é sinônimo de economia.

Compras on-line: Imagine poder fazer compras e ter uma caixa postal para recebê-las? Essa é uma das muitas facilidades que você tem ao alugar uma casa.

Área de lazer: A maioria das casas tem piscina privativa, churrasqueira e área de lazer. Ideal para você curtir um dia de descanso entre tantas compras e parques.

Internet liberada: Hospedando-se em um desses condomínios, você tem essa grande vantagem: Wi-Fi na casa toda.

Casa completa: Quartos com camas para lá de macias, sala completa, cozinha, lavanderia e outras comodidades esperam por você no conforto do seu lar americano.

Espaço para a família toda: Temos opção para todos os perfis de viajantes.


Converse conosco e não deixe de aproveitar essa facilidade na TERRA DA MAGIA.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

O melhor da Cidade do México

Zócalo, a imensa praça da cidade

Orgulhosa de seu passado e de sua cultura marcante, a Cidade do México é uma meca gastronômica de reputação universal, com atrações tão variadas como ruínas pré-hispânicas (e não estamos falando “apenas” das pirâmides de Teotihuacán, que ficam nos arredores), museus peso-pesado e bairros vanguardistas – entre os quais as colonias Roma e Condesa são os melhores exemplos. Religiosa e progressista ao mesmo tempo, a megalópole de 22 milhões de habitantes recebe cinco milhões de peregrinos a cada mês de dezembro para render homenagem à Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira mexicana. Por outro lado, legalizou o casamento entre pessoas do mesmo gênero e adotou outras políticas progressistas inimagináveis em outros estados do país. Por essas e outras, o antigo centro do poder do império Asteca é uma das capitais mais vibrantes da América Latina (eleita em 2016 pelo New York Times o destino número um para se conhecer). A seguir, os passeios mais essenciais da Cidade do México:
Zócalo
O coração da Cidade do México é uma praça de dimensões descomunais que ilustra de forma primorosa a fusão de culturas que compõe o país. O edifício mais imponente é a majestosa catedral, erguida no século 16 a mando do conquistador espanhol Hernán Cortés – é uma das mais antigas do continente americano. Semelhante às catedrais góticas da Espanha, o edifício foi construído, após a conquista do Império Asteca, sobre o Templo Mayor da antiga Tenochtitlán (as ruínas podem ser visitadas no local). Recentemente o complexo reabriu a ponte para pedestres que cruza a zona arqueológica, encurtando a caminhada até a Secretaria de Educação Pública e o antigo colégio de San Idelfonso, que guardam as principais obras dos venerados muralistas Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros.

Museo Nacional de Antropología 

Provavelmente o melhor museu do gênero na América Latina, é a lição de casa mais fundamental para entender o mosaico de culturas pré-hispânicas que formam o país – herança dos quais os mexicanos são profundamente orgulhosos. Organizado de forma didática, guarda objetos belíssimos dos Mayas, Toltecas, Mexicas, povos do Norte e, claro, as peças mais importantes encontradas das escavações de Teotihuacán (as famosas pirâmides ficam a cerda de 50 quilômetros do centro). O museu fica no Parque de Chapultepec, o Ibirapuera da Cidade do México, ideal para descansar um pouco do frenesi da megalópole.
Museu Frida Kahlo, Viveros de Coyoacán 
Jardim da Casa Azul, que abriga o Museu Frida Kahlo
Jardim da Casa Azul, que abriga o Museu Frida Kahlo
A “Casa Azul”, onde a artista mais venerada do México viveu, foi convertida em museu. Além de preservar seus objetos pessoais, o lugar guarda também algumas de suas obras mais importantes, como os quadros Frida y La Cesaria e o retrato de seu pai, Guillermo Kahlo. Um dos destaques é a exposição de vestidos de Frida Kahlo (1907-1954), cujo estilo marcante, inspirado nos trajes tradicionais mexicanos, até hoje exerce influência sobre designers do mundo inteiro. O museu fica no bairro de Coyoacán – Não deixe de visitar o mercado e o parque Viveros de Coyoacán, que tem árvores altíssimas e uma numerosa colônia de esquilos.

Museo Soumaya
Museo Soumaya, ícone contemporâneo da metrópole
Museo Soumaya, ícone contemporâneo da metrópole
O grande ícone contemporâneo da Cidade do México é o edifício coberto de placas de titânio, projetado pelo arquiteto Fernando Romero, genro do magnata Carlos Slim – cuja coleção de arte recheia o interior. Tem obras de Diego Rivera, Monet e Rodin, entre muitos outros. E a visita é grátis!





Fonte: Midia MMT Gapnet